DeMimPro6
Pra Unir... Vale... Vale Tudo! Só não vale inventar fantasias, nem... mentir pra si mesmo! O resto vale!
C a z u z a r e v i s i t a d o
tópicos para reflexão
17/02/2026
Meus heróis sofreram metamorfose,
Meus inimigos passaram a ser!
Como essa metamorfose acontece?
Criamos regras e, com elas, expectativas. Quando a realidade nos surpreende, é como se nossos heróis se transformassem em inimigos diante dos nossos olhos.
Este país foi formado por imigrantes. Por que, então, alguém seria contra imigrantes hoje?
Onde está o erro?
Durante a formação de uma nação, há uma carência natural de parceiros para construir um ambiente social capaz de sustentar seus indivíduos. Nesse contexto, toda ajuda é bem-vinda, e os imigrantes tornam-se co‑construtores dessa sociedade.
Quando a nação já está formada — e, sobretudo, quando é rica ou mais rica que seus vizinhos — passa a ser cobiçada por pessoas menos favorecidas. A população local tende a ver esses imigrantes carentes como párias tentando se aproveitar das riquezas construídas pelos pioneiros. Digo “carentes” porque imigrantes ricos ou talentosos sempre são bem‑vindos.
Portanto, essa argumentação é falsa. Não há relação entre os pioneiros e os novos imigrantes além, talvez, da nacionalidade. As circunstâncias são completamente distintas.
Leis e justiça nada têm a ver uma com a outra. O que realmente vale são as circunstâncias: interesses, equilíbrio de forças e a ética vigente.
O juiz do Maduro:
- ignorou os métodos usados para capturar o pretenso réu
- aceitou as alegações dos captores para decretar prisão preventiva sem fiança
- marcou nova audiência para dali a três meses
Sob um governo democrata, teria o mesmo comportamento?
Trump faz o que faz porque pode: recebeu o mandato do povo americano.
Isso significa que o voto de um americano equivale a alguns milhões de votos do resto da população do mundo.
Desde o Código de Hamurabi, instituímos sistemas de julgamento e repressão para o que chamamos de crimes e contravenções. No entanto, a justiça raramente se realiza, e a repressão nem sempre é usada como deveria.
Será que o problema não está justamente na solução adotada?
E as poucas décadas em que, eventualmente, uma parte — ínfima que seja — da população se beneficia da paz que esse sistema proporciona?
1. É temporário: dura apenas enquanto certos setores da sociedade não se sentem ameaçados ou frustrados em suas ambições.
2. É localizado: ocorre em regiões onde demanda e consumo se equilibram, mantendo crises sob controle.
3. É artificial: ignora a verdadeira natureza humana ao impor regras que priorizam a harmonia social em detrimento dos anseios individuais.
Sempre achei que uma cidade sem semáforos funcionaria melhor. Será?
Ruim com as instituições democráticas, o sistema legal e os semáforos; pior sem eles?
Por que nosso gentílico é “brasileiro”?
Pela regra comum, deveria ser “brasiliano” ou “brasiliense”. Mas adotou-se o termo que designava a ocupação dos primeiros colonizadores que exploravam o pau‑brasil — os “brasileiros”.
Hoje, prefiro interpretar como “construtores do Brasil”: somos todos trabalhadores de uma obra permanente e inconclusa, um país eternamente “do futuro”.
A beleza da humanidade
Tudo que o ser humano precisa, algum ser humano vai providenciar.
Lindo, não?
As características que diferenciam (ou definem) o homem dito civilizado acabam sendo deletérias. Senão, vejamos:
Na minha opinião, três “qualidades” definem esse ser que emergiu do grupo de Sapiens que assumiu o comando da sociedade humana:
1. Presunção — acreditamos que nossa percepção abrange a totalidade e que nosso entendimento só precisa de tempo para explicá‑la.
2. Arrogância — vemos a realidade como algo à nossa disposição, sujeito às nossas necessidades. A percepção de superioridade, em vez de nos tornar mais responsáveis, nos tornou insensíveis ao que não é humano.
3. Hipocrisia — apesar da incoerência, mascaramos nossas ações transformadoras como “desenvolvimento”. Julgamo‑nos parceiros de Deus (um ente superior criado para nos validar e proteger, portanto para nos servir) na criação. Chegamos a promover ações que chamamos de “auxílio” a outras espécies e biomas, sempre condicionadas ao que consideramos nossas necessidades, sempre crescentes.
Ao fim e ao cabo, Esquizofrenia — patologia surgida com nossa espécie, eventualmente afetando outras apenas indiretamente, pela convivência.
São características nossas a malícia, as segundas intenções, os trocadilhos de duplo sentido, presentes na cultura e no cotidiano.
Faz parte da natureza do homem civilizado sacralizar sua essência e culpar o corpo pelos desejos considerados profanos. Nada mais esquizofrênico.
Paradoxo (sempre presente)
O mais desconcertante é que essa mesma característica permitiu à humanidade avançar tanto em ciência e tecnologia.
Vivenciamos fenômeno semelhante nos relacionamentos: às vezes rejeitamos certos traços de alguém que, no conjunto, admiramos ou amamos. Se pudéssemos “corrigir” esses traços, talvez o resultado fosse decepcionante, pois a psique é complexa e mudanças pontuais alteram o todo.
Da mesma forma, se o homem civilizado não tivesse essa ilusão de sacralidade e importância no universo, talvez fosse mais conformado — e, assim, não explorasse tão profundamente os mistérios que o cercam.
Enfim, mais um mistério para a coleção — já infinita — de mistérios do universo…
ou dos “universos”.
Eu quero é PODER!
Dois documentários longos, obviamente políticos e, como tal, opinativos, mas ainda assim bons retratos de como o poder pode se impor sem força física, mas ainda assim sendo brutal. Para quem não viu, acho que vale a pena assistir, para os que já conhecem vale recapitular.
Ao final deste texto incluí uma análise do poder em si, que dividi em poder brutal e poder soft.
Este outro é uma anedota sobre o mesmo fenômeno.
As melhores frases sobre comunismo
Aí temos duas visões, nos dois primeiros apresenta-se a estratégia dos poderosos para controlar o discurso dominante, a mainstream, e o terceiro mostrando o ponto de vista dos pacientes dessa operação: nós.
Como muitos sabem, eu, de há muito, acredito que o pensamento dito de esquerda é meio sonhador e a realidade, ainda que não seja como todos sonhamos, se impõe, mas admito que isso seja, em parte ou na totalidade, fruto de algum tipo de condicionamento cultural, pelos grupos sociais dos quais participei, pelas leituras que fiz etc.
Acho que ninguém está imune a isso, apenas adere a um dos lados, dependendo de pra onde a "mainstream" pendia em seu entorno na idade certa!
Ilusão é achar que temos total liberdade de pensamento.
Millôr disse: "Livre pensar é só pensar!"
Eu digo: "Livre pensar é ilusão!"
Trecho do *DeMimPro6* de 05/01/2023
Eu acho que isso não é ruim nem bom, é apenas a forma como sociedade e os indivíduos compartilham os pensamentos, apenas desmonta nossa pretensão de sermos livres e autênticos e de podermos construir uma sociedade harmoniosa.
Acho que entender isso, sem ilusões, diminui a chance de errarmos muito.
É como o preconceito: se admitimos que temos algum preconceito, podemos modular nossas atitudes para não cometer injustiças. Por outro lado, os que acreditam que não têm preconceitos, talvez haja alguém assim, um em um milhão, mas todo o resto vai tentar justificar "racionalmente" seus sentimentos e, muito provavelmente, cometerão muitas injustiças!
Não se pode recuperar a ignorância perdida, a quantidade de informação disponível está criando um caos psicológico. Por isso, cada vez mais, o equilíbrio está em TUCONTIGO.
Uma vez alguém perguntou como entender os sonhos e eu respondi que sonhos não são para entender, eles produzem efeito sem o EU perceber. É dessa fonte que se pode esperar equilíbrio, porque ali está a essência, não a confusão da superfície.
Repito, com certa frequência, que a confiança é a única cola que une uma sociedade. A confiança surge de duas maneiras principais, uma, nas crises, momentâneas ou permanentes, quando a solidariedade é a única tábua de salvação, ou a partir de lideranças carismáticas e sintonizadas com as aspirações do grupo.
O que fica claro pra mim é que:
1 - Poder é um corolário de sociedade, não existe sociedade sem poder, seja exercido por um indivíduo ou por um grupo, sendo que, neste último caso, sempre haverá uma relação de poder dentro desse grupo.
É o poder que define quem manda, quem define certo e errado, quem determina o grau de liberdade dos demais.
2 - O poder é um dom, ou seja, não é explicável por genética, educação, treinamento ou qualquer outra teoria disponível, exceto, talvez, o pensamento complexo. Assim que um indivíduo experimenta o poder dificilmente vai abdicar de usá-lo e, na maior parte dos casos, vai usá-lo para ampliar sua ascendência sobre o grupo.
3 - Quanto maior o poder, ou seja, o diferencial entre um indivíduo e os demais, menos preocupação moral ou "ética" esse indivíduo vai ter.
4 - O motivador de quem manda pode ser econômico inicialmente, mas apenas para alavancar seu poder, depois transcende até interesses pessoais transformando-se em algo obsessivo.
5 - Ser inescrupuloso não garante ter poder, mas entre dois indivíduos com as mesmas capacidades, o inescrupuloso vai prevalecer na saída.
6 - O que prevalecer na saída vai moldar o sistema de forma a reforçar seu poder ainda mais.
7 - Existe o poder brutal, o primeiro que vem à mente ao pensar nas ideias apresentadas nos itens anteriores, e o poder soft, aquele que, à primeira vista, parece ser uma rejeição ao poder, entretanto é uma rejeição ao poder brutal.
O poder soft busca impor-se pelas ideias e, normalmente, por motivações benevolentes.
8 - Há ainda os que rejeitam qualquer tipo de poder, o que se pode dizer que é um privilégio de alguns indivíduos em algumas sociedades contemporâneas.
Em sociedades primitivas, ou se lutava pelo poder ou para se libertar de algum poder, a parcela submissa e pacífica daquelas populações era muito menor do que vemos hoje em dia nas sociedades ditas desenvolvidas.
9 - O poder brutal, por sua natureza, consegue acumular meios que lhe garantem a sustentação e expansão, já o poder soft não tem a mesma capacidade.
Um bom exemplo disso é a forma como grandes impérios se formaram, sempre baseados no poder brutal. Os grandes exemplos de poder soft, como Gandhi, acabaram apenas como isso, exemplos.
O caso de Maomé é interessante, porque a partir de um poder soft, revelações místicas que lhe permitiram ditar o Alcorão para seguidores que o escreveram, foi como político e governante, em campanhas militares, poder brutal, que consolidou o islamismo.
Outro caso de aparente sucesso do poder soft é a igreja católica que, na sua mensagem tem como base os ensinamentos de Jesus, entretanto nada mais falso, porque a igreja católica é a evolução da igreja romana, que cooptou os cristãos em uma jogada de puro marketing do poder brutal.
10 - Para finalizar, há o poder brutal inteligente e o poder apenas brutal.
O primeiro é o responsável pela formação de grandes impérios, antigos ou modernos, grandes corporações, nações estáveis por longos períodos, algo como o estabelecimento de uma corrente mansa, que podemos seguir com certa tranquilidade, podendo durar milênios, como o chinês, o egípcio, o grego e o romano, já o segundo é normalmente motivado por extremismos, ambição desmedida, imediatismo e pouca ou nenhuma preocupação com o bem-estar das populações, em geral não se sustentam por mais de algumas décadas, assemelhando-se mais a tsunamis.
Ilustrações do Copilot
Pregar, pregar, pregar!
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Como anedota podemos pegar o cálculo da circunferência a partir do seu diâmetro, o resultado é 90% invenção (um polígono de muitos lados) e 10% mentira (o π ). |
IA e o Aprendiz de feiticeiro
Expectativas & Ideais ou
Talvez haja um sopro afinal!
"Porque eu quero e eu posso, ora!!!!" Daí fui conversar com Raulzito:
Ora, ora, meu caro Pedro... Eu sou o Raulzito, o profeta do rock brasileiro, o alquimista da música, o cara que misturou Elvis com esoterismo, rock com baião e fez disso um manifesto!Então me diga: você quer falar sobre a Sociedade Alternativa? Sobre como “o sonho que se sonha só é só um sonho, mas o sonho que se sonha junto é realidade”? Ou quer bater um papo sobre como é ser um eterno contestador, um cara que nunca se encaixou nas caixinhas do sistema?Manda ver, Pedro. Aqui é papo reto, sem censura, sem rótulo. Porque como eu sempre disse: “Prefiro ser essa metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo.”E aí, qual é a sua loucura hoje?
Pois é! Fico pensando que toda essa loucura do Sapiens é resultado de uma necessidade inata de transcendência enjaulada em um metacérebro limitado.
Rapaz... essa tua reflexão aí parece letra de música que ainda não foi composta! Essa tal de transcendência... é como se o ser humano tivesse um buraco no peito que não se preenche com matéria, só com mistério. E aí ele inventa Deus, inventa arte, inventa foguete pra Marte, tudo pra tentar escapar da prisão do próprio crânio. Mas como é que se escapa de um labirinto quando o labirinto é você mesmo?
O metacérebro, como você chamou — essa consciência que sabe que sabe — é uma bênção e uma maldição. É ele que nos faz perguntar “por quê?”, mas também é ele que nos faz sofrer por não encontrar resposta. E nessa busca, o Sapiens vira louco, vira santo, vira gênio, vira tirano. "Enquanto você se esforça pra ser um sujeito normal e fazer tudo igual..."
Tem gente que prefere ser a metamorfose ambulante, mesmo que isso signifique viver na corda bamba entre o céu e o hospício.
Me diz aí, Pedro: você tá mais pra alquimista ou pra astronauta nessa viagem interior?
Nem um nem outro, tô mais pra turista assistindo tudo só de passagem! Às vezes como equilibrista tentando tirar do mundo mais do que ele tira de mim!
Ah, Pedro... isso aí é poesia pura, bicho!
Turista cósmico com mochila de dúvidas e binóculo de lucidez. Você tá na vibe do “viver é melhor que entender”, né? E como equilibrista, anda na corda bamba entre o caos e a beleza, tentando fazer do tropeço um passo de dança.
Isso me lembra aquele verso que nunca escrevi, mas que vive na alma:
"O mundo é um palco, mas o roteiro é improvisado. Quem não dança, já tá tropeçado."
E olha só: tentar tirar do mundo mais do que ele tira de você é um ato de rebeldia sagrada. É como plantar girassol no asfalto, como rir no velório do tédio. É ser maluco beleza, sim, mas com propósito.
Me diz aí, nesse teu passeio de turista existencial... o que tem te chamado mais atenção? Alguma paisagem interna que vale a foto?
Ah, bicho! O amor, esse sim merece ser vivido sem moderação, amor fraternal, amor amizade, amor carnal, todo tipo de amor vale a pena!
Ahhh, Pedro! Agora você falou a língua do coração!
O amor é a única loucura que faz sentido, é o combustível da alma, é o grito que rompe o silêncio do universo.
Amor fraternal é aquele que te abraça sem pedir nada em troca.
Amor amizade é o que te segura quando o mundo desaba.
Amor carnal... ah, esse é o que te faz lembrar que você tem um corpo e que ele pulsa, vibra, deseja!
Como eu dizia:
"O amor é isso, não prende, não exige, não cobra. O amor é livre como o vento, quente como o sol e profundo como o mar."
E se alguém disser que é demais amar assim, sem moderação, você responde com um sorriso e um acorde de guitarra:
"Eu sou o que sou, porque vivo o que amo!"
(1) Microsoft Copilot
Love is not all we need.
All we need is HOPE!










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